Mais um ano de Amazônia Fashion Week. Foram três dias de desfiles. Música ao vivo, exposição e bate-papo sobre moda, e às vezes a gente nem espera tanta informação. Ainda bem que esse ano não teve só gorda na passarela, mas também teve modelo com nanismo, cadeirante, travesti e as mulheres comandaram a coisa toda.
Foi a 11ª edição do evento e, em comparação ao ano passado, senti uns degraus avançados na desconstrução desde o primeiro dia, na abertura que rolou no Museu do Estado do Pará.
Distribuída pelas salas do Museu, cheia de cores e tecidos, dando vida e exercitando nosso imaginário, estava a exposição que homenageou a estilista paraense (que é também um pouco carioca), Paula Novellino. Todas roupas de festas e até vestidos de noivas, aliadas às salas do prédio histórico e com móveis de época, fizeram com que eu, criadora de histórias como sou, sentisse vontade de ficar lá imaginando diálogos e ações.
Além da exposição, o dia da abertura do AFW também teve dois desfiles, um de roupas de festa e outros de acessórios, além do show do guitarrista Lucas Estrela.
Desfiles
Kathia Novellino Monteiro de Castro


Lucas Estrela
Jóias Barbara Müller

A música do desfile da Barbara ficou por conta da maravilhosa Nanna Reis. A coleção, chamada Matinta, foi inspirada em mulheres fortes, com um toque de misticismo e feitiçaria. Sem dúvida, fiquei encantada.





























0 comentários:
Postar um comentário